Exportações brasileiras de derivados de petróleo à Polônia cresceram mais de 7 vezes em dois anos, abrindo novo corredor europeu para o Brasil.
Importações de bases inorgânicas e óxidos metálicos da Turquia cresceram mais de 8 vezes em dois anos, abrindo novo corredor de fornecimento.
De US$ 30 a US$ 195 mi no acumulado de 2026: a China saiu do posto 68 para liderar exportações brasileiras de oleaginosas com 32,4% de share.
No acumulado de 2026, a China passou de 2,2% para 10,5% de share nas exportações brasileiras de imunobiológicos, subindo do 14º ao 1º lugar.
Nos primeiros meses de 2026, os Países Baixos subiram 8 posições e absorveram 19,3% das exportações de sulfatos brasileiros, com FOB sete vezes maior.
No acumulado de 2026, Porto Rico subiu 8 posições e absorveu 12,4% das exportações brasileiras de medicamentos, triplicando o FOB para US$113M.
Exportações brasileiras de derivados de petróleo ao Panamá chegaram a 3 milhões de toneladas em 2025 — 300 vezes a média histórica do corredor.
Os EUA saltaram do 43º para o 1º lugar nas exportações brasileiras de ovos com casca, com FOB de US$ 39,5 mi e 25,2% de share no acumulado de 2026.
Singapura saltou do 10º para o 1º lugar nas exportações brasileiras de válvulas e torneiras, com FOB de US$ 211 mi e 22,4% de share no acumulado.
Exportações brasileiras de legumes de vagem secos a Portugal saltaram de 3.639 para 26.082 toneladas em 2025, numa alta sem paralelo recente.
Com HHI de 0,991, os EUA respondem por 99,6% das importações brasileiras de dormentes de madeira — mercado de US$ 6,8 mi com apenas dois fornecedores.
Importações brasileiras de álcool etílico da Argentina chegaram a 66.819 toneladas em 2025, 14 vezes acima da média histórica de 4.473 toneladas.
Em 2025, o Brasil embarcou cerca de 17.500 toneladas de equipamentos de refrigeração à Argentina — quase três vezes a média histórica do corredor.
China concentra 100% das automotoras ferroviárias importadas pelo Brasil em 2026, com US$ 183,8 mi em FOB e apenas três parceiros com fluxo positivo.
Polímeros de vinilo exportados ao mercado colombiano cresceram cerca de 9 vezes em dois anos, chegando a US$ 3,4 mi em 2025 e consolidando a rota andina.
Exportação brasileira de madeira serrada à Turquia somou 3.699 toneladas em 2025, ante média histórica de 182 t — salto de cerca de 2 mil vezes.
Importação brasileira de medicamentos da China somou 2.357 toneladas em 2025, ante média histórica de 333 t — um salto de cerca de 600 vezes.
Em 2025, a China respondeu por 99,9% dos US$ 183,8 mi em automotoras importadas pelo Brasil, criando dependência de fornecedor único no setor ferroviário.
Exportações brasileiras de extratos e concentrados de café à Estônia saltaram de US$ 2,9 mi para US$ 29,7 mi em dois anos, abrindo nova rota báltica.
Importações brasileiras de heterocíclicos poloneses saíram de US$ 322 mil em 2023 e chegaram a US$ 2,4 mi em 2025 — alta acumulada superior a 7 vezes.